A sustentabilidade está em pauta no mercado financeiro há algum tempo, por isso, questões como meio ambiente, pautas sociais e governança corporativa estão sendo apontadas nas análises e decisões de investimento.

Neste blogpost, você vai entender o que é ESG e como essa sigla afeta as organizações e os investidores.

Como surgiu e o que é ESG?

O termo ESG apareceu pela primeira vez na publicação Who Cares Wins em 2004, feita pelo Pacto Global da ONU. Nesta ocasião, Kofi Annan, secretário-geral da Organização das Nações Unidas, fez uma provocação a 50 CEOs de grandes instituições financeiras sobre como implementar questões como Meio Ambiente, Social e Governança Corporativa no mercado de capitais.

Com a resposta positiva do setor, em parceria com o IFC (International Finance Corporation), um dos membros do Banco Mundial, o Pacto Global da ONU firmou a publicação que dava início às práticas ESG dentro das corporações. 

Para incentivar e apoiar o desenvolvimento sustentável, o IFC financiou pesquisas de mercado para integrar os fatores ESG – do inglês: ambiental, social e governança, nas decisões e processos de gerenciamento e investimento das organizações.

A Who Care Wins foi apoiada por 23 instituições financeiras, que juntas representaram mais de US$6 trilhões de dólares. De 2004 a 2008, a ONU, o Banco Mundial e o Governo Suíco patrocinaram eventos para investidores e agentes do mercado de capital, envolvendo as instituições e seus proprietários nas questões sociais.

Dessa forma, o ESG entrou em pauta como fator de risco e decisão para investidores darem aporte a empresas. Assim, em 2023, o tema ainda está em alta e as organizações estão correndo para se adequarem aos critérios para garantir investimentos e gerir os impactos ambientais e sociais.

Quais os princípios da ESG?

Como visto anteriormente, a estrutura do ESG é composta por três princípios e conceitos: ambiental, social e de governança corporativa. Confira:

O princípio ambiental concentra-se nos esforços de uma empresa para reduzir seu impacto ambiental. Ele leva em conta como uma empresa administra seus recursos, tais como energia, água e matérias-primas, bem como a forma como ela descarta resíduos gerados. Além disso, considera como uma empresa está mitigando a mudança climática e se adaptando aos seus efeitos.

Já o princípio social examina as relações de uma empresa com suas partes interessadas, incluindo seus colaboradores, clientes, fornecedores e as comunidades nas quais ela opera. Ele examina como uma empresa trata seus funcionários, como se envolve com seus clientes e como contribui para as comunidades nas quais opera.

O princípio da governança corporativa se concentra em como uma empresa é administrada e como as decisões são tomadas. Ele leva em conta a estrutura corporativa da empresa e sua liderança. Também examina como uma empresa é responsabilizada por suas ações, bem como como ela está gerenciando os riscos.

Mas afinal, para que serve?

O objetivo principal da estrutura da ESG é promover o desenvolvimento sustentável e práticas corporativas responsáveis. Ao incorporar a estrutura ESG em suas operações e políticas, as empresas podem ser mais eficientes e eficazes, bem como, socialmente mais responsáveis.

A estrutura do ESG também pode avaliar o desempenho de uma empresa. Olhando para o desempenho de uma empresa em termos de suas práticas ambientais, sociais e de governança, os investidores podem obter uma melhor compreensão das perspectivas de futuro de uma empresa.

Além disso, a estrutura do ESG pode ser usada para ajudar os investidores a identificar empresas socialmente responsáveis e sustentáveis. Ao avaliar o desempenho do ESG de uma empresa, os investidores podem tomar decisões informadas sobre quais empresas devem investir e quais devem evitar.

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